sábado, 22 de maio de 2010

Amor maldito!

Virou rotina, ouvir o "amado" gritando! As vezes até xingando.
Me sinto, como se fosse a última das mulheres.
Cada 'palavra maldita' gritada, dói como facada profunda em meu peito.
Dá vontade de estrangular o seu pescoço, até ficar sem ar...
Dá vontade de jogar pela janela, "uma vida" de tantos e poucos anos vivida com amor, ódio e tudo mais.
Aí... ele vem com aquele sorriso meia boca, achando consertar o estrago que não tem mais volta.
E eu?? Continuo amando esse amor maldito.
Penso: é amor? ou é apenas maldito?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Pequeno texto de Clarice Lispector!

"As pessoas que se comprazem no sofrimento, que gostam de sentir-se infelizes e fazer aos outros infelizes, jamais poderão orgulhar-se de sua beleza. O mau humor, o sentimento de frustração, a amargura marcam a fisionomia, apagam o brilho dos olhos, cavam sulcos na face mais jovem, enfeiam qualquer rosto. Essa é a razão porque a mulher, que cultiva a beleza, deve esforçar-se para ser feliz. Felicidade é estado de alma, é atmosfera, não depende de fatos ou circunstâncias externas.”

sábado, 10 de abril de 2010

"Meu querido diário..."

Estou ficando repetitiva...

Sempre dizendo a mesma coisa.

Os sentimentos não parecem mudar.

Um dia de "felicidade" camuflada.

Tapando "o sol com a peneira", é o que parece.

Quando um brilho de esperança surge no ar, tudo muda. O brilho se apaga completamente, e fica uma "angústia". Talvez o medo, o escuro, de não saber o que vem pela frente.

Luto todos os dias, para não perdê-la. Tentando acreditar por mais um dia. Mas, só quem convive com o "alcólatra", sabe o que enfrento todos os dias. Não, não sou eu que tem problema com esse maldito vício. Não bebo, não fumo, e faço ginástica todos os dias. Sou completamente saudável. Mas, infeliz de conviver com o problema de tão perto. Um problema que acabou tornando-se meu tb!

terça-feira, 16 de março de 2010

A minha única salvação...

"Mas eu denuncio. Denuncio nossa fraqueza, denuncio o horror alucinante de morrer – e respondo a toda essa infâmia com – exatamente isto que vai agora ficar escrito - e respondo a toda essa infâmia com a alegria. Puríssima e levíssima alegria. A minha única salvação é a alegria.”(Clarice Lispector)


Quero alegria, como quero...
Quero paz, é a paz que quero!

Prisioneira...

Me sinto prisioneira de uma vida sem brilho, sem estrelas, sem cor ... Achei que tivesse tomado a atitude certa ... a de viver um grande amor! Ahhh... que grande amor, acreditei ser ... Amei e odiei intensamente. Sorri e chorei como ninguém. Sofri ...

Hoje posso dizer que vivi um grande amor!!!! Mas, hoje me sinto prisioneira de uma vida sem brilho, sem cor ... Não consigo enxergar a "magia" . Me sinto cansada de tudo, sem forças para lutar, sem forças para argumentar. Eu queria chutar, brigar, gritar... nem chorar, eu consigo.